Robô criado por estudantes apresenta culturas de Curitiba em três idiomas
Um robô desenvolvido por quatro estudantes do Colégio Positivo Internacional quer transformar a visita aos parques étnicos de Curitiba em uma experiência interativa. Batizado de Mascate, o equipamento conversa com os visitantes, responde a perguntas sobre diferentes culturas e funciona sem conexão com a internet. O projeto conquistou o segundo lugar na WRO Brasil 2026, competição de robótica realizada em Joinville.
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A equipe é formada por Gabriel Fernandes Steyer, Arthur Munaretto Fonseca, Rafael Lemos de Almeida Grabowski e Gabrielle Sehn, todos com idades entre 15 e 16 anos. O protótipo foi criado a partir do interesse dos jovens em desenvolver uma solução própria, com orientação do professor Mauro Sergio Pereira Fonseca, da Universidade Tecnológica Federal do Paraná.
Produzido com impressão 3D, o Mascate apresenta informações em português, inglês e espanhol. Sua base de conhecimento reúne conteúdos sobre oito grupos culturais: poloneses, ucranianos, povos originários, italianos, japoneses, portugueses, africanos e alemães. Para cada grupo, o robô tem entre 25 e 31 respostas programadas, com informações sobre as tradições representadas nos espaços da cidade.
Um dos diferenciais do projeto é funcionar totalmente offline, sem depender de internet para responder às perguntas previstas em sua programação. A equipe também destaca que o equipamento pode ser personalizado e adaptado para diferentes usos, incluindo atividades educativas em escolas e experiências em outros espaços públicos.
O protótipo foi apresentado à equipe do Curitiba Turismo em 23 de outubro, em uma reunião que discutiu possíveis aplicações em pontos turísticos e espaços públicos. A iniciativa também pode aproximar moradores e visitantes da história das comunidades que contribuíram para a formação cultural da capital paranaense.